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Sistema para restaurante japonês: 9 checagens antes de contratar

Peixe perecível, combinados com adicionais e tempo curto de preparo mudam a lista de checagens. Veja o que conferir no sistema antes de assinar. Um restaurante japonês tem uma característica que poucas operações repetem com a mesma intensidade: o insumo mais caro da casa é também o mais perecível. O peixe que chega fresco na terça não pode ser a aposta da sexta, o sashimi montado às 19h não aceita esperar a segunda rodada de pedidos e o cliente que senta no balcão julga a casa pelo primeiro corte que recebe — não pelo preço da mensalidade do software. Por isso, escolher um sistema para restaurante japonês não se resolve com a mesma lista de checagens usada em lanchonete ou pizzaria. A operação japonesa cobra do software três coisas muito específicas: leitura de rendimento do peixe, cadastro combinatório de peças e controle de tempo por item.

Sistema para restaurante japonês: 9 checagens antes de contratar — Food Sistemas

Um restaurante japonês tem uma característica que poucas operações repetem com a mesma intensidade: o insumo mais caro da casa é também o mais perecível. O peixe que chega fresco na terça não pode ser a aposta da sexta, o sashimi montado às 19h não aceita esperar a segunda rodada de pedidos e o cliente que senta no balcão julga a casa pelo primeiro corte que recebe — não pelo preço da mensalidade do software.

Por isso, escolher um sistema para restaurante japonês não se resolve com a mesma lista de checagens usada em lanchonete ou pizzaria. A operação japonesa cobra do software três coisas muito específicas: leitura de rendimento do peixe, cadastro combinatório de peças e controle de tempo por item. As nove checagens deste guia percorrem o que realmente separa um sistema que acompanha a rotina da casa de um sistema que apenas registra a venda no fim do dia.

Resposta direta: para escolher um sistema para restaurante japonês, confira nove pontos na demonstração, começando por cinco que decidem a rotina: custo calculado pelo rendimento real do peixe, cadastro de combinados com tamanhos e complementos, painel de cozinha com tempo por item, delivery que entra no sistema sem redigitação e NFC-e com aviso de produto sem NCM. O teste é prático: leve o combinado mais vendido da casa, peça para cadastrá-lo com dois adicionais e verifique se o sistema calcula o custo a partir do filé aproveitável, envia o pedido para a cozinha com contagem de tempo e fecha a conta por pessoa na mesa. Depois, confirme os quatro restantes: operação sem internet, configurações que o dono muda sozinho, relatórios de venda e cancelamento e o custo total por escrito, sem taxa escondida. Se a demonstração não cobrir esses pontos, o software foi desenhado para outro tipo de casa — e o sushi não perdoa adaptação forçada.

O que um sistema para restaurante japonês precisa ter que um sistema genérico não resolve?

Um sistema para restaurante japonês precisa resolver três pontos que um sistema genérico trata como detalhe: o rendimento do peixe no custo do prato, o cadastro combinatório de peças e adicionais e o controle de tempo por item na cozinha. Um PDV comum sabe registrar venda, dar baixa em estoque por quantidade e imprimir cupom. Ele não sabe que dois quilos de salmão inteiro rendem menos de dois quilos de filé aproveitável, que um combinado de 20 peças é a montagem de cinco componentes diferentes e que um sashimi parado doze minutos na fila é um prato perdido.

A diferença aparece no dia a dia, não na lista de funcionalidades. Numa casa japonesa, o cardápio é curto em insumos e longo em combinações: oito tipos de peixe, tamanhos de 8, 12, 16 e 24 peças, adicionais como cream cheese, cebolinha e molhos, substituições pedidas pelo cliente. Um sistema que obriga a cadastrar cada combinação como produto único transforma o cadastro num cemitério de itens duplicados — e a cozinha passa a receber pedidos que não dizem o que montar.

Vale fazer um exercício hipotético antes da demonstração: imagine uma casa de médio porte que vende no salão, no balcão e no delivery, com uma guarnição de peixe comprada em filé. O que o sistema precisa mostrar é o caminho completo do insumo: entrada da mercadoria, rendimento na limpeza, ficha técnica da porção, custo atualizado do combinado e baixa automática no momento da venda. Se algum desses elos só existe em planilha paralela, o controle não é do sistema.

Tipo de operação japonesaO que o sistema precisa resolverOnde costuma travar
À la carte e balcão de sushiMontagem de combinados, tempo por item, divisão da conta por pessoaCadastro duplicado de cada combinação
Rodízio japonêsControle de repetição por mesa, tempo de permanência, rodadas na cozinhaPedido em papel que nunca volta para o sistema
Japonês por quilo e buffetBalança integrada, preço do quilo por dia da semana, comanda lida na pesagemPeso digitado à mão no caixa
Delivery e retiradaPedido entrando sozinho e virando comanda, raio de entrega, rastreio para o clienteRedigitação do pedido do aplicativo no PDV
Encomenda e festaAgendamento da produção, sinal pago, separação por horário de retiradaAgenda paralela em caderno ou agenda do celular

A Food Sistemas é um exemplo de plataforma construída para food service, com módulos que cobrem esses cenários no mesmo plano — do PDV ao estoque, do delivery à nota fiscal. Vale ver o conjunto completo na página de funcionalidades e, para avaliar o encaixe por tipo de operação, a página de segmentos.

Como controlar estoque e rendimento de peixe dentro do sistema?

O controle começa na ficha técnica com rendimento: o sistema precisa aceitar que o peixe entra na cozinha em uma unidade (peça inteira, filé, lombo) e sai no prato em outra (gramas de filé limpo por porção). Sem isso, o custo do combinado é uma estimativa, não um número confiável.

Peixe tem perda alta e variável. Uma peça comprada inteira perde com cabeça, espinha, pele irregular e aparas; o filé já limpo perde muito menos, mas custa mais por quilo na nota do fornecedor. Se o sistema só guarda o preço de compra e a quantidade comprada, o custo do prato fica errado justamente no item que decide a margem da casa. A ficha técnica bem montada resolve isso: você cadastra quanto de filé aproveitável entra em cada porção, informa o rendimento do insumo e o sistema recalcula o custo do prato quando o preço do fornecedor muda.

O segundo ponto é a rotatividade. Numa casa japonesa, inventário espaçado não funciona: o que existe no estoque hoje pode não existir amanhã, e o que sobra precisa aparecer antes de virar descarte. Vale exigir do sistema contagem rápida, entrada de mercadoria, ordens de produção internas e um indicador visual de nível de estoque que o gerente consiga ler em segundos. Na Food Sistemas, o controle de estoque trabalha com entrada de mercadoria, contagem, ordens de produção, semáforo de nível e fichas técnicas com cálculo de custo e preço sugerido — o detalhamento está na página de funcionalidades.

Exemplo hipotético: um japonês de bairro que serve cerca de 60 combinados numa noite de sexta e trabalha com quatro tipos de peixe. Se o sistema não separa o consumo por item, o gestor descobre no domingo que o peixe mais caro do cardápio foi o mais vendido — sem saber se o rendimento daquele lote foi pior que o normal. Com ficha técnica e baixa por venda, essa resposta aparece no mesmo turno.

Como cadastrar combinados, temakis e complementos sem bagunçar o cardápio?

A regra é simples: cadastre componentes, não combinações fechadas. O sistema precisa trabalhar com produtos base (peças, temaki, hot roll, sashimi), tamanhos (8, 12, 16, 24 peças) e complementos ou adicionais que se aplicam a vários itens ao mesmo tempo. Assim, um combinado novo é uma montagem, não um cadastro do zero.

Isso tem consequência direta na cozinha e no caixa. Quando o pedido chega com os componentes separados, o KDS mostra o que precisa ser montado na ordem certa, e o atendente consegue atender pedidos como sem cream cheese, molho à parte ou troca de peça sem inventar um item novo no sistema. Cadastro combinatório também evita o problema clássico das casas japonesas: 200 produtos no cardápio, dos quais 150 são a mesma coisa com uma peça de diferença.

A pergunta que o fornecedor precisa responder é objetiva: dá para controlar combinados e adicionais sem duplicar produtos? A resposta só vale se o cadastro for único para todos os canais. O pedido lançado no celular do garçom deve seguir exatamente as mesmas regras de tamanho e complemento do caixa — se o aplicativo de salão tem um cardápio paralelo, o preço vai divergir em algum momento. Vale testar também a montagem por pessoa em mesa compartilhada: num combinado dividido por quatro clientes, cada um precisa enxergar e pagar a sua parte sem que o garçom faça conta de cabeça.

Antes de qualquer demonstração, vale olhar como o cardápio fica cadastrado. É nessa tela que vive o cardápio inteiro — todos os itens vendidos (lanches, bebidas, porções), com preço, dados fiscais, ficha técnica e adicionais. Numa casa japonesa, é ali que se decide se o combinado será um produto novo ou uma montagem de componentes, e é ali que o preço e os canais de cada peça ficam visíveis. Se o cadastro é confuso, tudo o que vem depois — cozinha, caixa e delivery — herda a confusão.

Ler a lista de relance: foto, preço e os canais — tela Produtos do sistema Food Sistemas
Ler a lista de relance: foto, preço e os canais — Onde fica o cardápio: todos os itens vendidos (lanches, bebidas, porções), com preço, fiscal, ficha e adicionais.

O que se espera dessa lista é leitura de relance: foto, preço e os canais em que o item aparece. É isso que permite ao gerente achar um cadastro errado no meio de centenas de itens sem abrir um por um, corrigir um adicional que ficou com preço antigo e conferir, antes do turno, se o combinado novo está publicado no salão e no delivery ao mesmo tempo.

Por que o tempo de preparo pesa mais no japonês — e como o sistema acompanha?

Porque parte do cardápio não tem espera possível. Sashimi, carpaccio e alguns cortes são finalizados em segundos e perdem qualidade rápido na fila; ao mesmo tempo, itens quentes como hot roll e tempurá exigem fritura e montagem. O sistema precisa acompanhar o tempo de cada item na cozinha, não apenas o tempo do pedido inteiro.

Um painel de produção digital (KDS) faz esse trabalho quando organiza os cards por tempo de espera e destaca visualmente o que está atrasando. Isso permite à cozinha priorizar o que não pode parar e ao salão avisar o cliente antes que ele pergunte. Também dá ao gestor uma informação que o cupom de papel nunca deu: em qual horário do turno a fila estoura e qual item é o gargalo.

Ponto prático que muita gente esquece: a prioridade entre salão e delivery precisa ser decidida e configurável. Numa sexta à noite, o pedido de delivery que já tem motoboy esperando não pode entrar na mesma fila de um cliente que sentou há dois minutos. Sistemas maduros permitem separar filas, definir ordem e acompanhar cada canal com regra própria. Se o sistema só tem uma fila única e sem tempo, a decisão de prioridade volta a ser feita no grito entre salão e cozinha.

Rodízio japonês, à la carte e por quilo cabem no mesmo sistema?

Cabem, desde que o sistema trate os três formatos como configuração de operação e não como produtos diferentes. Muitas casas japonesas começam à la carte e passam a oferecer rodízio em dias específicos, ou mantêm um buffet por quilo no almoço e serviço à la carte à noite. Trocar de sistema a cada mudança de formato não é opção.

No rodízio, o que precisa estar no sistema é o controle por mesa e por pessoa: quantas rodadas saíram, qual o tempo de permanência, quanto o cliente pediu em relação ao que consumiu. No por quilo, o que importa é a balança — e aqui a pergunta é direta: restaurante japonês precisa de balança integrada? Só se houver buffet por quilo ou self-service no almoço. Nesse caso, a Food Sistemas trabalha com balanças Toledo, Urano e compatíveis, nos protocolos A, B e Urano, ligadas ao computador do caixa: o peso entra sozinho na comanda, sem digitação, e existe estação de pesagem em tela cheia para buffet, com preço do quilo diferente por dia da semana.

O lugar onde esse desenho aparece no dia a dia é o caixa: é nele que a casa abre e fecha comandas, lança produtos, recebe por qualquer forma de pagamento e encerra o turno — com as proteções (exigência de senha para cancelar item, alertas e conferência por forma de pagamento) que evitam furo e discussão no fim do dia. Numa casa japonesa, onde a conta costuma ser rateada entre vários clientes e o item cancelado é caro, essas proteções valem mais do que qualquer relatório bonito.

Entender as abas — tela Caixa do sistema Food Sistemas
Entender as abas — O coração da operação: abrir e fechar comandas, lançar produtos, receber por qualquer forma de pagamento e fechar o caixa no fim do dia — com as proteções (senhas, alertas, conferência) que evitam furo e discussão.

Se a dúvida é como o recebimento no cartão aparece nessa mesma tela, o vídeo sobre cartão de crédito e débito no PDV mostra a rotina de cobrança dentro do ponto de venda.

Além do formato, confira as configurações que cada operação exige: comanda por mesa, por nome do cliente ou por ficha numerada; fechamento de caixa às cegas com conferência por forma de pagamento; exigência de senha para cancelar item; e impressão saindo pelo computador ou pela impressora da maquininha. São ajustes que, no conjunto, determinam se o sistema vai moldar-se à casa ou se a equipe vai ter que criar contornos para trabalhar.

O que conferir no delivery de sushi antes de contratar?

Confira, antes de tudo, se o pedido do aplicativo entra sozinho no sistema e vira comanda, sem redigitação. É a essa altura que a pergunta “o sistema ajuda na operação de delivery de sushi?” deixa de ser retórica: em casa japonesa, redigitar é caro duas vezes, porque atrasa a produção e abre espaço para erro em itens de valor alto. A Food Sistemas recebe pedidos do iFood automaticamente e também integra 99Food e Keeta, com despacho em quadro Kanban, roteirização de entregas e acerto de motoboys.

Depois, olhe para a realidade do produto. Sushi viaja mal e por pouco tempo: temaki desmonta, hot roll perde textura, peixe cru não aceita trajeto longo. Isso significa que a taxa por bairro e a roteirização não são detalhes de logística, são parte do cardápio. Um sistema que permite taxa por bairro ou por quilômetro, que agrupa entregas próximas e que mostra o tempo estimado ao cliente ajuda a manter o padrão — e a recusar o pedido que estragaria a experiência.

Duas perguntas que valem ser feitas ao fornecedor: dá para manter um cardápio de delivery diferente do cardápio de salão, com itens que sobrevivem ao deslocamento? E o cliente consegue acompanhar o pedido sem ligar para a loja? As respostas dizem muito sobre o nível de maturidade do sistema para o seu tipo de casa. O funcionamento do delivery integrado na Food Sistemas está descrito na página de funcionalidades.

Como fica a emissão de NFC-e em um restaurante japonês?

A emissão é a mesma de qualquer refeição preparada no local: NFC-e com NCM 2106.90.90, o código de preparações alimentícias não especificadas, usado na maioria das vendas de comida pronta, inclusive buffet por quilo e self-service. O que muda numa casa japonesa é o volume de itens com classificação diferente, principalmente bebidas, sobremesas industrializadas e produtos vendidos para levar.

Vale responder sem rodeio à dúvida que sempre aparece: preciso emitir NFC-e em restaurante japonês? Sim, na venda ao consumidor. O risco está no cadastro. Um item sem NCM preenchido trava a emissão justamente no horário de pico, e uma nota rejeitada descoberta no dia seguinte vira retrabalho com contador e cliente. Vale exigir do sistema avisos preventivos — produto sem NCM, certificado digital vencendo, nota rejeitada — além de envio do documento por e-mail ou WhatsApp, carta de correção e inutilização de numeração junto à SEFAZ.

Para conferir a classificação certa antes de cadastrar, a Food Sistemas mantém uma consulta de NCM por nome do cardápio, com 247 itens de food service. Usar essa consulta no cadastro inicial economiza tempo e reduz a chance de erro no meio do expediente — especialmente quando entram no cardápio itens de temporada, bebidas importadas e sobremesas que não seguem o código da refeição preparada.

Como acompanhar custo, margem e vendas no dia a dia do restaurante japonês?

Acompanha-se com relatórios lidos por período, no fechamento de cada turno e não apenas no fim do mês. Na Food Sistemas, a área de relatórios reúne todos os números do negócio por período: vendas, formas de pagamento, DRE, produtos, cancelamentos e mais. Para uma casa japonesa, três desses blocos pesam mais do que os outros.

O primeiro é o custo: sem ficha técnica com rendimento, o CMV do combinado é chute, e um prato que parece campeão de venda pode ser o que menos contribui para a margem. O segundo é o cancelamento: em cardápio de peixe cru, item cancelado depois de montado é prejuízo puro, e ver o volume de cancelamento por período mostra se o problema é de salão, de cozinha ou de cadastro. O terceiro são as formas de pagamento: a participação de cartão, Pix e vale refeição no total do turno muda a conta da taxa e ajuda a negociar com a adquirente.

Esses números ficam num só lugar, organizados por grupo e por relatório, e é essa organização que faz o gestor achar o que precisa sem pedir ajuda ao suporte no meio do fechamento. Um relatório que ninguém encontra tem o mesmo valor de um relatório que não existe.

Achar o relatório: grupo em cima, relatório na linha de baixo — tela Relatórios do sistema Food Sistemas
Achar o relatório: grupo em cima, relatório na linha de baixo — Todos os números do negócio por período: vendas, formas de pagamento, DRE, produtos, cancelamentos e mais.

Para o dono de restaurante japonês, a leitura útil é comparativa: o mesmo relatório em semanas diferentes mostra se o CMV subiu por causa do preço do fornecedor ou do rendimento do lote, se o cancelamento aumentou na sexta e se o ticket médio do delivery está abaixo do ticket do salão. É essa comparação que transforma o relatório em decisão de compra, de cardápio e de escala de equipe.

Quanto custa um sistema para restaurante japonês e como comparar propostas?

No mercado, os modelos de cobrança variam bastante: mensalidade por terminal, cobrança por módulo, taxa por pedido de delivery, valor por nota emitida, taxa de implantação e contrato de fidelidade. É por isso que comparar apenas o valor da mensalidade engana — o custo real aparece na soma de tudo o que a operação usa todos os dias.

Modelo de cobrançaComo costuma aparecer na propostaPergunta que separa promessa de custo real
Mensalidade por terminalValor por caixa ou por ponto de lançamento no salãoQuantos pontos a casa usa no horário de pico?
Cobrança por móduloFiscal, delivery, estoque e painel de cozinha vendidos separadosQuais módulos a operação usa todos os dias?
Taxa por pedido ou por notaPercentual ou valor fixo sobre delivery e emissão fiscalQual o volume médio mensal de pedidos e notas?
Implantação e treinamentoCobrados à parte, às vezes com prazo longo de configuraçãoEstão incluídos e em quanto tempo o sistema fica no ar?
Fidelidade e multaContrato de 12 meses com rescisão pagaExiste multa se a casa decidir mudar de fornecedor?

Monte uma lista do que a sua casa consome: quantos caixas, quantos pontos de lançamento no salão, painel de cozinha, integração de delivery, emissão fiscal, controle de estoque, relatórios gerenciais e suporte. Peça a cada fornecedor o custo total dessa lista, por escrito, e não a mensalidade do plano básico. Pergunte também o que acontece se você abrir uma segunda unidade, se há cobrança por atualização e se existe multa em caso de cancelamento. Para colocar as opções lado a lado, use o comparativo como roteiro de critérios.

Na Food Sistemas, o sistema é pago por mensalidade e existe um plano completo, com todos os módulos em um plano só — fiscal, delivery, estoque, cardápio digital, KDS, financeiro, fidelidade e multi-loja. Não há taxa de adesão nem contrato de fidelidade, e existe teste de 30 dias grátis antes da primeira mensalidade. A implantação é feita pela nossa equipe, sem custo, em até 2 horas: o cliente envia cardápio, fotos e os dados do sistema antigo por WhatsApp ou e-mail e o sistema fica no ar, já cadastrado. O valor fica em o preço, informado no atendimento; se o orçamento for o critério decisivo, comece por essa página.

Como testar o sistema antes de assinar?

Teste com o seu cardápio, não com o cardápio de demonstração do fornecedor. Leve cinco ou seis produtos reais, com os adicionais mais pedidos, e execute a rotina completa do pedido até o fechamento da conta. É na velocidade de lançamento e na clareza da tela que se percebe se a equipe vai aceitar o sistema. O checklist abaixo resume as nove checagens deste guia, na ordem em que costumam ser testadas.

  • Rendimento do peixe: o sistema calcula o custo do prato a partir do filé aproveitável ou só usa o preço de compra?
  • Combinados: dá para montar tamanhos e adicionais sem criar um produto novo para cada variação?
  • Cardápio legível: a lista de produtos mostra preço, dados fiscais e canais sem precisar abrir item por item?
  • Mesmo cadastro em todos os canais: garçom no celular, caixa e cardápio digital seguem as mesmas regras e preços?
  • Tempo na cozinha: o painel mostra tempo por item e permite separar fila de salão e de delivery?
  • Estoque perecível: contagem rápida, entrada de mercadoria e alerta de nível são simples de operar no turno?
  • Delivery: o pedido do aplicativo entra sozinho e vira comanda, com taxa por bairro ou por distância?
  • Fiscal: NFC-e com aviso de produto sem NCM, envio por e-mail ou WhatsApp e controle de nota rejeitada?
  • Relatórios: vendas, formas de pagamento, DRE, produtos e cancelamentos aparecem por período e são fáceis de localizar?
  • Operação sem internet: se a conexão cair, o caixa continua abrindo mesa, lançando, imprimindo a ficha e fechando conta?
  • Configuração pelo dono: dá para ligar e desligar módulos, escolher o tipo de comanda e definir fechamento de caixa sem abrir chamado?
  • Personalização: quanto tempo leva um ajuste pedido por você — dias, semanas ou o mesmo dia?
  • Custo total: a proposta escrita inclui todos os itens da sua lista, sem cobrança por pedido, por nota ou por terminal extra?

Vale testar a pergunta que sempre volta na sexta à noite: o sistema funciona se a internet cair no meio do jantar? Na Food Sistemas, sim. Se a conexão cai, o caixa continua: abre mesa, lança, imprime a ficha da cozinha, recebe e fecha a conta. Tudo sobe sozinho quando a conexão volta, sem retrabalho manual.

Um detalhe que costuma passar batido: pergunte como a equipe aprende o sistema. Implantação rápida sem treinamento empurra o aprendizado para o horário de pico, que é exatamente o pior momento para errar comanda em casa japonesa.

Qual é o próximo passo para escolher o sistema do seu japonês?

Volte ao seu cardápio real e faça a pergunta que organiza tudo: quais itens decidem a margem da casa e quanto eles dependem de rendimento, tempo e controle de estoque? Se a resposta envolver peixe, combinados e produção em ritmo curto, a sua lista de exigências já está definida — e ela é bem mais específica do que a de um restaurante comum.

Use as checagens deste guia como roteiro de demonstração. Leve produtos reais, teste o lançamento com adicionais, veja o tempo aparecer na cozinha, simule uma venda no delivery e emita uma nota de teste. Um sistema bom para casa japonesa é aquele que aguenta o turno mais cheio da semana sem que ninguém precise contornar o software.

A Food Sistemas é desenvolvida e mantida pela própria equipe, em Maringá, com implantação sem custo em até 2 horas, personalizações feitas no mesmo dia, plano completo com todos os módulos e teste de 30 dias grátis antes da primeira mensalidade. Se quiser ver o sistema rodando com o seu cardápio, vale agendar uma demonstração e levar o combinado mais vendido da casa para o teste.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre este assunto

Restaurante japonês precisa de balança integrada?

Só se houver buffet por quilo ou self-service no almoço. Nesse caso, a balança evita digitação no caixa e erro de peso. A Food Sistemas trabalha com balanças Toledo, Urano e compatíveis, nos protocolos A, B e Urano, ligadas ao computador do caixa, com o peso entrando sozinho na comanda e preço do quilo por dia da semana.

Dá para controlar combinados e adicionais sem duplicar produtos?

Dá, quando o sistema trabalha com produtos base, tamanhos e complementos, em vez de exigir um cadastro para cada combinação. Na Food Sistemas, o aplicativo do garçom segue as mesmas regras de complementos e tamanhos do caixa, o que evita divergência de preço entre salão e PDV.

O sistema ajuda na operação de delivery de sushi?

Ajuda quando o pedido do aplicativo entra automaticamente e vira comanda, sem redigitação. A Food Sistemas integra iFood, 99Food e Keeta, com despacho em quadro Kanban, roteirização de entregas, app do motoboy e acompanhamento do pedido pelo cliente.

Preciso emitir NFC-e em restaurante japonês?

Sim, na venda ao consumidor. Refeição pronta no local costuma sair com NCM 2106.90.90, o mesmo usado em buffet por quilo e self-service. Bebidas, sobremesas industrializadas e itens vendidos para levar podem ter classificação diferente, por isso vale conferir antes de cadastrar.

Quanto custa um sistema para restaurante japonês?

Depende do modelo de cobrança do fornecedor: há quem cobre por terminal, por módulo, por pedido de delivery ou por nota emitida. A Food Sistemas é paga por mensalidade, com um plano completo que reúne todos os módulos, sem taxa de adesão e sem fidelidade, com teste de 30 dias grátis e implantação sem custo em até 2 horas. Os detalhes ficam em foodsistemas.com.br/precos/.

O sistema funciona se a internet cair no meio do jantar?

Na Food Sistemas, sim. Se a internet cai, o caixa continua: abre mesa, lança pedidos, imprime a ficha da cozinha, recebe e fecha a conta. Tudo sobe sozinho para o servidor quando a conexão volta, sem retrabalho manual.

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